Avaliação especializada do Transtorno do Espectro Autista com abordagem integrada — cognitiva, sensorial, social e emocional.
O Transtorno do Espectro Autista (TEA) é uma condição do neurodesenvolvimento que afeta a comunicação social, o comportamento e o processamento sensorial. Segundo dados do CDC (Centers for Disease Control and Prevention), aproximadamente 1 em cada 36 crianças é diagnosticada com TEA. No Brasil, estima-se que mais de 2 milhões de pessoas convivam com o transtorno — muitas sem diagnóstico.
Na clínica de Daniela Ortega, a investigação de TEA é conduzida com uma abordagem que integra Psicopedagogia, Fonoaudiologia e Neurociência. Essa tripla formação permite avaliar não apenas os marcos do desenvolvimento, mas também os aspectos de linguagem, processamento sensorial e aprendizagem — oferecendo à família um quadro preciso e orientações práticas desde o primeiro momento.
Observe se esses comportamentos aparecem de forma persistente e consistente, não apenas em momentos isolados.
Ausência ou atraso na fala, dificuldade em manter diálogos, uso repetitivo de frases (ecolalia), pouco uso de gestos comunicativos.
Pouco contato visual, dificuldade em brincar com outras crianças, preferência por atividades solitárias, não responder ao ser chamado pelo nome.
Movimentos estereotipados (flapping, balanço), alinhar objetos, fixar-se em temas específicos, resistência intensa a mudanças na rotina.
Hipersensibilidade a sons, luzes, texturas ou sabores. Ou, ao contrário, busca excessiva por estímulos sensoriais (girar, pular, apertar).
Atrasos na coordenação motora fina ou grossa, dificuldade com atividades como desenhar, recortar ou se vestir sozinho.
Dificuldade em acompanhar o ritmo escolar, compreensão literal de instruções, foco restrito em assuntos de interesse e desinteresse por demais atividades.
Etapas da investigação de TEA conduzida por Daniela Ortega.
Entrevista aprofundada com os pais sobre o histórico de desenvolvimento da criança: marcos motores, de linguagem, comportamento social, história gestacional e familiar. Essa etapa contextualiza toda a investigação.
Sessões individuais com a criança para observação do comportamento em contexto estruturado e livre. Daniela utiliza protocolos reconhecidos para rastreamento e avaliação de TEA, adaptados à faixa etária.
Análise dos aspectos cognitivos, de linguagem, sensoriais e pedagógicos. A formação de Daniela em Fonoaudiologia e Neurociência permite investigar dimensões que uma avaliação puramente pedagógica não alcança.
Reunião com a família para apresentar os resultados, a hipótese diagnóstica e o plano de intervenção. O laudo é entregue com orientações para a escola e encaminhamentos para outros profissionais, quando indicado.
O DSM-5 classifica o TEA em três níveis conforme a necessidade de apoio.
Dificuldades na comunicação social que causam prejuízos notáveis. A criança consegue se comunicar, mas tem dificuldade em iniciar interações e pode parecer desinteressada. Inflexibilidade comportamental interfere em alguns contextos.
Déficits marcados na comunicação verbal e não verbal. Interações sociais limitadas mesmo com apoio. Comportamentos restritos e repetitivos frequentes, com dificuldade para lidar com mudanças.
Déficits graves na comunicação social, verbal e não verbal. Interação muito limitada. Comportamentos restritivos e repetitivos que interferem significativamente no funcionamento diário.
Daniela Ortega é psicopedagoga clínica com mais de 20 anos de atuação e especialização em Transtorno do Espectro Autista (TEA). Sua formação integra Fonoaudiologia, Neurociência e Psicopedagogia Clínica — o que permite uma abordagem de investigação que vai além da avaliação pedagógica tradicional.
Na avaliação de TEA, essa formação múltipla faz diferença: Daniela avalia simultaneamente os aspectos de linguagem e comunicação, processamento neurológico e perfil de aprendizagem. Isso resulta em um laudo mais completo e em orientações mais precisas para a família e para a equipe escolar.
Daniela atende famílias de Itanhaém, Peruíbe, Mongaguá, Itariri, Pedro de Toledo e toda a região do litoral sul de São Paulo, tanto presencialmente quanto por teleconsulta.
Os sinais mais frequentes incluem: ausência ou atraso na fala, pouco contato visual, dificuldade de interação com outras crianças, comportamentos repetitivos (como alinhar objetos ou girar), resistência a mudanças na rotina e hipersensibilidade a estímulos sensoriais. Esses sinais podem aparecer já nos primeiros 18 meses de vida.
O diagnóstico pode ser feito a partir dos 18 meses, embora na prática clínica a maioria das famílias procure avaliação entre 2 e 5 anos. Quanto mais cedo a identificação, maior a efetividade da intervenção precoce. Daniela Ortega atende crianças a partir dos 3 anos para avaliação de TEA.
O TEA é classificado em níveis de suporte conforme o DSM-5: Nível 1 (necessita apoio), Nível 2 (necessita apoio substancial) e Nível 3 (necessita apoio muito substancial). O nível depende do grau de comprometimento na comunicação social e dos padrões de comportamento. A avaliação clínica determina o nível específico de cada criança.
A psicopedagoga realiza a avaliação dos aspectos cognitivos, pedagógicos e comportamentais, contribuindo com dados essenciais para a hipótese diagnóstica. O diagnóstico formal de TEA é geralmente conduzido por equipe multidisciplinar que pode incluir neuropediatra, psicólogo e psicopedagogo. Daniela atua nesse processo com sua expertise integrada em Fonoaudiologia e Neurociência.
O diagnóstico abre portas para intervenções adequadas: acompanhamento psicopedagógico, terapia ocupacional, fonoaudiologia e, quando necessário, acompanhamento médico. Na escola, a criança passa a ter direito a adaptações curriculares e inclusão no AEE. O mais importante: a família deixa de buscar respostas no escuro e passa a agir com direcionamento.
O primeiro passo é uma conversa sem compromisso. Tire suas dúvidas pelo WhatsApp e entenda como a avaliação pode ajudar.
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